
Câncer, a prevenção e o tratamento requerem um olhar sistêmico!
Leia
“Desde o começo buscamos o diferente porque percebemos que através do diferente nos tornamos mais e nos tornamos completos (…)
Em todas as partes experimentamos algo sem o diferente como incompleto.
Tudo se experimenta completo somente com o diferente”.
– Bert Hellinger
Essa é a função do PAI, levar os filhos a conhecer o Mundo, que é o diferente.
Quando nascemos, a primeira relação, o primeiro Amor é a mãe, e somos iguais a ela.
Um bebê sente que é Um com a mãe e somente com o desenvolvimento tem a percepção que ele e a mãe não são uma só pessoa.
Então a mãe é o IGUAL. Mas a Vida exige que conheçamos o DIFERENTE.
Para que isso aconteça a mãe deve realizar sua função e levar seu filho a “conhecer” o PAI, que é quem nos mostra o mundo.
E o mundo é o DIFERENTE, e assim teremos permissão para conhecer e amar o diferente!
Ir para o mundo e aprender com a diversidade, aprender a respeitar o diferente, conviver com o diferente e amar o diferente.
Quando ficamos por algum motivo “presos” no amor da mãe, por suas próprias limitações, por circunstâncias da vida, não tivemos pai nem ninguém que representasse essa função, ou a mãe não consegue nos “apresentar” e guiar ao pai, ficamos “presos” na esfera da mãe e não teremos esse aprendizado do diferente.
Não conheceremos com a alma o mundo do pai, e teremos séria dificuldade em amar e respeitar o diferente.
Pode daí surgir diversos problemas, limitações, dificuldades de relacionamento, e sofrimento.
É dessa falta de saber amar o diferente que nasce o preconceito, a rigidez de conceitos e a intolerância.
Se eu vivenciei essa falta, só valido e respeito quem é do meu grupo, torce pelo meu time, nasce no meu país, pertence à minha religião, outrossim minha realidade é que essa pessoa não merece respeito.
Quando o desequilíbrio é muito grande, sinto que quem é diferente nem merece viver.
Então é “justificado” desrespeitar, agredir, segregar e até matar!
Tema polêmico, também muitos casos de homossexualismo podem surgir dessa dificuldade em amar o diferente, já que só aprendi a amar quem é igual.
Os vícios e adicções podem surgir quando não sou completo, algo me falta, e busco nas drogas ou no álcool esse algo que me falta, nesse caso o PAI.
A maioria dos casos de adicção se dá pela falta do PAI.
Quem não é completo, não viveu as funções MÃE e PAI, que podem também ser desempenhadas por outras pessoas, poderá passar por qualquer desses conflitos e limitações.
A visão da Sistêmica nos traz Sabedoria e nos ensina como identificar esses padrões, superá-los e caminhar para uma vida mais plena, completa, saudável, próspera e amorosa.